Metal e Loucuras

Metal e Loucuras

sábado, 7 de maio de 2016

Top 3 Paradise Lost




Os britânicos do Paradise Lost deram início à sua viagem melancólica em 1988 na cidade de Halifax. Após 03 demos lançaram o debut Lost Paradise pela Peaceville Records, mostrando ao mundo um death metal arrastado e cheio de variações. Já no ano seguinte a veia doom tomou de vez o som da banda, caracterizando-a como um dos expoentes do estilo, inclusive servindo de influência para milhares de bandas de gothic metal no estilo Beauty And Beast que surgiram pouco tempo depois. Quer conhecer melhor esta banda perfeita para se ouvir em dias chuvosos? Confira nosso Top 3.


3 - Shades Of God (1992) - Um intercessor entre o lado mais death dos vocais guturais e o lado mais melódico que apresentaria a seguir, Shades Of God tem a melodia e peso certos para os amantes do doom. A abertura é perfeita com Mortals Watch The Day. Na sequência encontramos dentre outras outro clássico, Pity The Sadness. Mas o melhor estava guardado para o final, As I Die. Quem não fica com Nick Holmes na cabeça cantando o refrão desta música após uma audição? Não foi à toa que no ano seguinte saiu um EP chamado As I Die contendo esta faixa e outras três, das quais podemos destacar a poderosa Rape Of Virtue que, em nossa opinião, deveria fazer parte de Shades Of God.




2 - Icon (1993) - Com uma capa bela e marcante o Paradise Lost não perdia tempo nem desperdiçava
sua criatividade. Após Shades Of God introduziu ainda mais melancolia em seu som e criou umas das mais belas obras do doom metal, o maravilhoso Icon. Iniciando com um belíssimo som de teclado vem Embers Fire, com destaque para as vozes de Nick Holmes menos graves. Difícil apontar as melhores mas Colossal Rains, a belíssima True Belief e a diferente e contagiante Christendom devem ser apreciadas sem moderação.







1 - Draconian Times (1995) - Eis a obra mais relevante da prolífera discografia do Paradise Lost. Nick Holmes, Gregor Mackintosh, Aaron Aedy, Stephen Edmonson e o estreante Lee Morris na bateria, substituindo Matthew Archer, tiveram aquele momento de inspiração absoluta que eleva a alma e traduz seus sentimentos em forma artística. Sem indicar qualquer faixa desta obra. Ela foi feita para ser ouvida e sentida do início ao fim.

Nenhum comentário:

Postar um comentário